terça-feira, 6 de setembro de 2011

O sexo tem espaço na sua agenda?









São muitos os fatores que levam um casal a diminuir a frequência sexual nos primeiros três anos de convivência. Impossível não notar, porém, que a sobrecarga de atividades afeta diretamente o relacionamento íntimo. Por conta das agendas lotadas acaba sobrando pouco tempo e energia para o sexo.

O desencontro sexual passa a ser motivo de frustrações e desentendimentos. Os casais querem sim um bom sexo – como curtir fantasias, carícias e relações mais intensas –, mas acabam caindo na armadilha da “rapidinha”, que é a transa ligeira e sem muito empenho das partes.

A vida moderna nos faz crer que a quantidade de atividades que exercemos reflete a nossa utilidade e reconhecimento social – quanto mais, melhor. Achamos bacana comentar com os amigos a respeito dessa agitação e até nos sentimos estranhos quando temos tempo para relaxar.

O sexo exige disposição, bem-estar e desligamento das coisas do mundo. Muitos procuram a aproximação armando encontros com os amigos, o que não é eficiente. Isso pode realmente gerar momentos de muita descontração, mas não prepara os pares para um encontro sexual. É mais comum os dois chegarem cansados em casa depois de uma noitada, com sono, e até alcoolizados. Então só resta deitar e dormir.

O casal precisa incluir em sua vida semanal momentos para curtir juntos, como um bom papo, uma taça de vinho e muitos carinhos. É preciso entrar em sintonia para ter um bom sexo e compensar a falta da explosão sexual de outros tempos, quando tudo era novidade. É preciso entender que, após algum tempo de união, as pessoas precisam de estímulos para a motivação sexual e, dessa forma, o tempo para namorar é a melhor receita para manter o interesse.

A maioria dos casais entende o casamento como uma finalização do namoro, mas não é. Com o passar do tempo, boa parte do que havia no namoro vai se perdendo, como o beijo na boca, por exemplo. Aliás, o beijo é um ótimo termômetro: na medida em que ele diminui, a aproximação sexual também tende a cair.



Fonte: IG

segunda-feira, 5 de setembro de 2011

Linguagem corporal: o que os pequenos gestos dizem sobre nós, mulheres?


A revista francesa Marie France, do grupo Marie Claire, consultou o psicólogo Joseph Messinger para entender pequenos gestos comuns entre as mulheres. Confira:
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JOGAR OS CABELOS PARA TRÁS 
É neles que depositamos nossas emoções (tanto que podemos, em desespero, puxar as madeixas com força). Jogá-los para trás é uma maneira levantar a moral. Já colocá-los atrás da orelha mostra o desejo que não perder as oportunidades à sua frente. Amassá-los e enrolá-los nos dedos pode ser sinal de impaciência ou sensibilidade exacerbada.

LatinStock
CRUZAR OS BRAÇOSO gesto é uma maneira de proteger o território íntimo, principalmente se a pessoa segurar o bíceps entre o polegar e o indicador. É também uma barreira saudável quando estamos frente a alguém que nos monopoliza, nos entedia ou nos impressiona um pouco demais... É uma postura geralmente observada no espaço público, mais comum entre as mulheres, especialmente as grávidas
O braço esquerdo sobre o direito revela um perfil mais defensivo. O direito sobre o esquerdo mostra uma personalidade impulsiva.

Editora Globo
CRUZAR OS DEDOS SOBRE OS JOELHOS 
Esse gesto mostra o desejo de se proteger, como se fosse um “ritual mágico”. Ele luta contra a insegurança. O joelho direito é a matriz da mobilidade e do progresso. Cruzar os dedos sobre ele indica tédio. Sobre o esquerdo, ligado à fuga, mostra a vontade de terminar o que se está fazendo o mais rápido possível.






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MORDER O COLAR 
A joia serve como calmante, um pouco como uma chupeta para uma criança. Esticar o colar com o indicador mostra que a situação está sufocante. Por outro lado, brincar com o pendente mostra uma necessidade de ternura e carinho.

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APOIAR A MÃO SOBRE AS COSTAS 
É uma necessidade de afeto e ternura. Aliás, encostar a mão sobre as costas sempre é. Nos anos 80, estudiosos americanos descobriram que quando se acariciava bebês prematuros nas costas, eles cresciam mais rápido.

sexta-feira, 2 de setembro de 2011

A Hora certa para comer cada fruta...


Dieta combina com frutas! Por mais que você não coma uma ou outra, sempre tem aquela que pode e deve fazer parte do seu cardápio diário. Contudo, assim como qualquer outro alimento, elas contêm calorias e algumas devem até ser consumidas com moderação. Para facilitar a sua dieta, confira a hora certa de comer cada fruta.




No café da manhã
Aposte na diversidade e aproveite para comer as mais calóricas, já que você terá tempo suficiente para gastar os excessos.
Sugestões: vitamina de açaí ou banana, mamão com cereal, salada de frutas que contenha 
manga ou abacate.

No lanche da manhã
Neste caso, a melhor opção é apostar nas frutas que dão saciedade, que tapeiam o estômago, mas que não contenham tantas calorias quanto as consumidas no desjejum.
Sugestões: 1 cacho de uva, caqui, pêssego.

Depois do almoço
O segredo é consumir as frutas que ajudam na digestão, que têm pouca caloria e um sabor mais agradável, para substituir a sobremesa.
Sugestões: 1 fatia de abacaxi, maçã, morango .

Depois do jantar
Você deve optar pelas frutas mais leves e pouco calóricas.
Sugestões: ameixa, carambola, lima da pérsia, tangerina.

Fonte: UOL

quinta-feira, 1 de setembro de 2011

Veja quais são os sinais de uma pinta perigosa para a saúde.






As pintas são os nevos melanocíticos congênitos. Cada pessoa tem uma quantidade que não é preestabelecida. Em geral, as pessoas mais claras têm em maior quantidade e de acordo com o quadro hereditário. As pintas devem ser acompanhadas para verificarmos se haverá alguma modificação e transformação para um melanoma (um câncer de pele que se origina de um nevo melanocítico). O melanoma é um tipo de câncer de pele muito agressivo, com potencial de metástase, por isso é importante o seu diagnóstico precoce.
A pinta que sofreu alguma mudança na coloração, tamanho ou adquiriu alguma sensibilidade como coceira, dor ou mesmo uma ferida no local deve ser avaliada pelo dermatologista e, se necessário, realizar uma biópsia (retirar um fragmento da lesão ou, se for pequena, pode-se retirá-la toda) e enviar para análise histopatológica. A anestesia é local e com um pequeno instrumento (punch) é retirado o tecido. Um procedimento simples, rápido, que pode salvar uma vida.
As pintas são determinadas geneticamente. Em geral na adolescência e na gestação pode aparecer maior quantidade. A regra do ABCD é justamente para ter um acompanhamento de qualquer alteração da pinta e necessidade de ir ao dermatologista.
A - assimetria: se a lesão for assimétrica
B - bordas: se as bordas têm pigmento por fora ou se não são bem delimitadas
C - cor: se houve mudança de cor, pode ser em toda a lesão ou em parte dela, com diferentes tonalidades
D - diâmetro: maior que 6mm

No dermatologista, em caso de lesão suspeita ele fará um exame de dermatoscopia 
(exame através de um equipamento específico para identificar alterações suspeitas ou não). É um exame não invasivo. Em caso de suspeita ou sinais indicativos de transformação, será realizada uma biópsia para análise histopatológica.

Há alguns fatores que nos pedem cuidados redobrados e avaliação dermatológica semestral.


       São eles:
  • História familiar de melanoma
  • Ter mais de 50 pintas
  • Pele clara, com tendência a se queimar
  • História de várias queimaduras solares antes dos 30 anos
  • Ter um nevo melanocítico gigante (pinta maior que 15cm) desde o nascimento
  • Ter síndrome do nevo atípico (displásico) hereditário
  • Ter algum câncer de pele não melanoma
  • O fato de já ter tido um melanoma aumenta a incidência de ter o segundo

Fonte: Idmed

quarta-feira, 31 de agosto de 2011

Confira dicas para não sentir dor em cima do salto.







Grande parte das mulheres adeptas do salto alto afirma sentir dores durante o uso desse tipo de calçado. Além das dores momentâneas, problemas nos pés, pernas e coluna começam a aparecer em longo prazo. A dra. Cíntia K. Bittar, especialista em cirurgia do pé e tornozelo do Instituto Wilson Mello, de Campinas, diz que se utilizados diariamente podem causar deformidades como calosidades, joanetes (hálux valgo), dedos em garra, unhas encravadas, síndromes compressivas (neuroma de Morton), inflamações dos tendões fraturas, dores nos joelhos e coluna, entre outros.
"Como se vê este tipo de calçado causa uma lista de problemas, devido uma sobrecarga na região anterior do pé e de um desequilíbrio do sistema neuromuscular do membro inferior", explica. Quando estes problemas estão instalados há duas possibilidades de tratamento: o conservador (não operatório) e o cirúrgico.
No caso da calosidade, se optar pelo método conservador, Mônica Santana, podóloga, diz que não há como diminuir o problema, mas sim como aliviar as dores. "Faço o desbastamento dos calos, lixo e elimino os resíduos, mas sempre indico que ela use protetores de silicone para aliviar a região", afirma.
Contudo, não há motivos para deixar o poder do salto de lado. Se você quer continuar em cima dele,  confira algumas dicas de como prevenir a dor e usar seus sapatos conscientemente:

1. Escolha sapatos com a região do calcanhar alargada e alterne os tipos de salto. Prefira saltos com até três centímetros de altura. As plataformas são mais confortáveis e funcionais.

2. Para escolher sapatos realmente confortáveis, eles devem ser comprados de preferência no fim do dia, pois ao longo dele, os pés costumam inchar.

3. Experimentar os dois pés do calçado antes de adquiri-lo e também verificar se há um espaço de sobra de 0,5 a um centímetro da ponta ao fim do calcanhar.

4. Nos dias em que irá fazer longas caminhadas, dar preferência aos tênis do tipo "corrida".

5. Fazer diariamente alongamento para as musculaturas da panturrilha e do pé ajuda a relaxar as regiões e evita o encurtamento.

6. Evite meias de tecido sintético. Elas podem ajudar na proliferação de micoses entre os dedos e ressecamento da pele.

7. Quando for ficar parada, o truque é colocar um pé na frente do outro.

8. Utilize palmilhas e protetores de silicone para proteger os pés.

9. Caso a dor persista, procurar um especialista. Prevenir é cuidar.